"CONTESTAR AS OPINIÕES ERRÔNEAS QUE CONTRA NÓS ESPÍRITAS SÃO APRESENTADAS; REBATER AS CALÚNIAS; APONTAR AS MENTIRAS; DESMASCARAR A HIPOCRISIA; TAL DEVE SER O AFÃ DE TODO ESPÍRITA SINCERO, CÔNSCIO DOS DEVERES QUE LHES SÃO CONFIADOS”.
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publicado por evangelicosfalsosprofetas, em 29.07.10 às 00:01link do post | favorito

Exame perfuntório da escala inferior

 

 

A mais grandiosa tarefa que o homem pode desempenhar, e por isso mesmo a mais combatida, é a que consiste em destruir erros enraizados na alma humana durante séculos de obscurantismo.

O preconceito sempre se levanta hirsuto contra aqueles que vêm desbastar o terreno inculto da ignorância, que guarda os despojos das civilizações extintas.

Já vimos que não há lacunas entre o reino animal e o hominal.

Entretanto, esclareçamos melhor os nossos estudos.

O zoófito tem a aparência da planta; como planta, está preso ao solo; como animal, a vida nele e mais acentuada, pois tira a nutrição do meio ambiente.

Imediatamente após os zoófitos aparece a inumerável variedade de pólipos de corpos gelatinosos, sem órgãos bem distintos e que só diferem das plantas pela locomoção.

Depois, vêm, na ordem do desenvolvimento dos órgãos, da atividade vital e do instinto: os helmintos ou vermes intestinais; os moluscos, animais carnudos, sem ossos, dos quais uns são nus como as lesmas, as polpas, os polvos; e outros, guarnecidos de conchas como os caracóis, as ostras, os crustáceos, cuja pele é revestida de crosta dura; como os camarões, as lagostas.

Logo após vemos os insetos, nos quais a vida tem uma atividade prodigiosa: neles, o instinto laborioso se manifesta, como acontece com a formiga, a aranha, a abelha.

Estudai esses animais e vereis de quanto são capazes!

Lede á Vida das Abelhas, de Maeterlinck, e negai, se tiverdes coragem, a inteligência e o raciocínio a estes pequenos seres.

Na escala inferior, alguns passam por metamorfoses, como a lagarta, que se transforma em elegante borboleta!

Depois vem a ordem dos vertebrados, animais de esqueleto ósseo, compreendendo os peixes, os répteis, os pássaros, e, por fim, os mamíferos, cuja organização é mais completa.

Entre uma e outra ordem não existe absolutamente solução de continuidade: e sem transição brusca passamos dos zoófitos aos animais vertebrados.

Depois de uma nítida pesquisa na escala inferior, compreendemos que os animais de organização complexa não são mais do que uma transformação, um desenvolvimento gradual da espécie imediatamente inferior.

Queiram ou não queiram os pregoeiros do pecado original, quer riam ou não os entendidos, a verdade aí está, aos olhos de todos os que quiserem vê-la!

 

 


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